USO DE MICRORNAS PARA CONTROLE DA MASSA MUSCULAR ESQUELÉTICA

 

INTRODUÇÃO

        O bom estado e funcionamento do tecido muscular esquelético é de fundamental importância para a saúde humana. Sua debilidade está diretamente associada ao aumento do risco de quedas, fraturas ósseas e consequente maior mortalidade, especialmente em indivíduos idosos.

        Pensando nisso, esta tecnologia se aplica para a melhoria do estado trófico do músculo esquelético em indivíduos com debilidade muscular, tais como: lesão nervosa periférica, lesões ortopédicas, imobilização prolongada de membros, uso prolongado de corticoides, envelhecimento, entre outros. Ademais, pode ser usada também para o implemento de massa/função muscular em indivíduos saudáveis não engajados em atividades físicas competitivas.

        O objetivo desta invenção é introduzir uma ferramenta terapêutica inovadora, por meio da manipulação combinada da expressão de membros sintéticos da família do microRNA-29 (miR-29a, b e c), visando o aumento de massa muscular esquelética com concomitante ganho na geração de força. Para tanto, utiliza-se uma gama de sistemas de entrega como: Adeno Virus Associado, nano partículas e lipossomos. Esta ferramenta se destaca das existentes no mercado. pela seletividade, eficiência e durabilidade do tratamento, comparando-se com o possível uso de fármacos.

 

APLICAÇÕES E PÚBLICO ALVO

        A presente tecnologia se insere no campo da biotecnologia e tem como público alvo pessoas com debilidade muscular e pessoas saudáveis que visam o aumento de massa e função muscular.

 

               

 

Figuras:

            1. Foto representativa do músculo tibial anterior de camundongo após transferência de vetor expressando o miR-29c (pMIR29c) vs Controle (EV).

              2. Quadro representativo mostrando aumento de força muscular (Tetanic force) provocado pela hiperexpressão do miR-29c (barras à direita) vs respectivos controles (barras à esquerda).

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ESTÁGIO DE DESENVOLVIMENTO

 

 

 

Área: Saúde e Cuidados (Humanos e Animais) 0008/2018 Instituto de Ciências Biomédicas

Patente protegida sob o nº:  BR 102018067976-7

APOIO E FOMENTO: processo nº 2015/04090-0. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

“As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade do(s) 

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Informação sobre a PI:
Para mais informações, entre em contato:
Equipe Tt Prospecção
Universidade de São Paulo
transtec_a@usp.br
Inventores:
ANSELMO SIGARI MORISCOT
WILLIAM JOSE DA SILVA
Palavras-chave:
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