INTRODUÇÃO
A dor orofacial é uma condição complexa, sendo que o tratamento com anti-inflamatórios não esteroides não é resolutivo e muitas vezes ineficaz, podendo resultar no uso abusivo dessa classe de fármacos. Nesse contexto, o sulfeto de hidrogênio (H₂S) surge como uma uma alternativa para o tratamento de processos inflamatórios, sendo uma substância de importância biológica e farmacológica.
A tecnologia apresentada se trata de nanoemulsões (associação estável entre líquidos que não se misturam) contendo doadores de H₂S, sendo esse um sistema de entrega que melhora a absorção e aumenta a disponibilidade do fármaco administrado por via oral.
DIFERENCIAL
-
Entrega controlada de sulfeto de hidrogênio: evita picos tóxicos e aumenta a segurança do tratamento
-
Alta estabilidade da formulação: a nanoemulsão mantém o ativo estável por mais tempo
-
Liberação gradual e direcionada: melhora a eficácia terapêutica e reduz efeitos colaterais
-
Plataforma tecnológica versátil: pode ser adaptada para diferentes aplicações médicas
-
Facilita a incorporação em medicamentos: resolve uma limitação crítica do uso direto do H₂S
APLICAÇÕES E PÚBLICO–ALVO
O principal público-alvo licenciante desta tecnologia são indústrias farmacêuticas, empresas de biotecnologia além de centros de P&D em saúde focados em terapias para inflamação, regeneração tecidual e medicina de precisão.
Há potencial para exportação, uma vez que a demanda por novos sistemas de liberação de fármaco e o interesse terapêutico em H₂S são tendências globais. Além disso, a tecnologia não depende de insumos exclusivos do Brasil, sendo também compatível com regulamentações internacionais.
Área: Saúde e Cuidados (Humanos e Animais); 0072/2022
Instituto de Ciências Biomédicas – USP;
APOIO E FOMENTO: Processo nº 142342/2020-3. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Científico (CNPq). Processos nº 2020/09270-4; 2021/09216-2. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). “As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas neste material são de responsabilidade do(s) autor(es) e não necessariamente refletem a visão da FAPESP.”.
Protegida sob o nº BR 10 2024 005214-5
Polo São Paulo - alelima@usp.br - www.patentes.usp.br